PROGRAMA PAPO SAÚDE

junho 26, 2008

 

Nesta quinta- feira 26 de junho de 2008, realizamos o programa para finalizar o módulo tevê. Após as leituras na aula passada que reuniram um grande embasamento teórico para nós, hoje chegou a hora de por em prática.

Nosso plano inicial era de convidar o jogador Chiquinho e a dupla Diego e Diogo, para questionarmos os motivos que levaram estes jogadores à não realização do sucesso profissional. Mas como nosso brilhante professor Fábian do qual, deixará muitas saudades, nos disse que jogadores nunca comparecem partimos para o nosso plano B na idéia do programa.

Escolhemos uma nutricionista para entrevista-la a respeito do vegetarianismo. Com o objetivo de verificar as doenças que a carne pode nos trazer. Chegamos a conclusão com uma ótima explicação da especialista, que 35% dos casos de câncer é provocado por alimentos carnívoros, mas para chegar a este ponto é preciso ingerir uma quantidade extremamente alta de carne. Ou seja, não é bem assim. Vimos com ela, que podemos substituir as proteínas presentes nas carnes, por outros alimentos melhorando nossa saúde. Confesso que cheguei a pensar em levar uma vida vegetariana, mas foi só um pensamento passageiro, pois domingo tenho o famoso churrasco do meu pai e nunca na minha vida irei abrir mão.

Depois da entrevista realizada com grande sucesso, segundo o inteligente e simpático Pellanda que comandava a produção, partimos para o segundo bloco do programa.

Neste segundo bloco entrou nossos colegas para o debate. Os rapazes defendiam o consumo de carnes e as meninas vegetarianas defendiam uma alimentação sem carnes á base do arroz com feijão, leite e frutas. O debate esquentou no final com argumentos ótimos de ambas as partes, mas infelizmente tínhamos pouco tempo e acabou. Isso é bom, pois quando estivermos em um programa de forma remunerada teremos que respeitar os anúncios.

Bom final de semestre e tenho que admitir que essa foi sem dúvida nenhuma a melhor cadeira. Já que podemos colocar em prática nossos conhecimentos. Foi a cadeira que fez com que nós estudantes, nos sentissem jornalistas em campo já. Isso é fantástico. Os dois professores foram sensacionais também, nos mostraram um conhecimento teórico aliado com a prática muito interessante e a saudade é o que vai ficar dessas magníficas pessoas que são o Pellanda e o Fábian.

Agora na próxima aula, receberemos um dvd com todo nosso trabalho, isso é realmente gratificante. Enfim com essa aula meu sonho de ser um grande jornalista parece está mais perto da realidade. E só tenho uma palavra a dizer aos dois professores. Obrigado por tudo.

VOLTAIRE SANTOS

Módulo TV(Aula do dia 19 de junho)

junho 19, 2008

 

 

 

Hoje nossa aula teve mais um debate crítico construtivo em relação a televisão dentro do contexto dos avanços tecnológicos. Falamos a respeito da televisão digital que  poderá proporcionar o fim dos canais, devido o congelamento da programação que a pessoa poderá escolher em seu horário. Ou seja, selecionar o seu horário nobre como diz o ilustre professor Pellanda. Nos referimos também na questão da televisão dentro da internet e o melhor exemplo citado neste tipo de caso é o seriado mundialmente conhecido “Lost”. Pois, muitos episódios, revelações e outras curiosidades é o próprio público que realiza. Desvendando e acrescentado novidades que nem os diretores esperavam fazer. E este modo interativo faz com que os milhões de fanáticos pelo seriado, busque diversas alternativas e soluções dentro da Internet e até mesmo acompanhem os programas quando acharem melhor. Segundo o autor de livros de terror, como “O Pistoleiro” que por sinal é um dos melhores romances que eu já li, Stephen King, a série “Lost” não passa de um sonho de Jack, que foi submetido a tratamentos de cientistas malucos e que depois ira somente acordar. Hà outros autores e conhecedores com esta mesma teoria. Mas os internautas que traduzem programas inéditos, membros da “LOSTPÉDIA” a enciclopédia do seriado, detestaram essa teoria e trataram com os diretores de reformular as idéias finais. E será este o objetivo, o final da série traduz um dos melhores benefícios da TV DIGITAL, a interatividade, o final desta saga, será decidida e desvendada pelo público que acompanha e de certa forma controla a progração. Trasformando os receptores em verdadeiros diretores.  Ou seja a rede  mais uma vez facilitando e inovando com recursos tecnológicos responsáveis pela maior divulgação de interesses. O debate foi direcionado pelo professor Fábian com a ausência do professor Pellanda que está no exterior tentando descobrir mais informações para um melhor ensinamento aos acadêmicos. Que visa trazer novidades do Google e do Youtube, que dizem causar grande prejuízo a empresa Google, mas que segundo Fábian não é bem assim, não chega nem a coçar os bolsos da multimilionária. Após isso retratamos um pouco a questão dos Publicitários da Famecos, que de certa forma possuem um conhecimento conservador e não estão totalmente preparados para a inovação que a globalização proporciona constantemente, mas a Famecos está trabalhando com a vinda de novos profissionais e pretende melhorar este ramo.
Agora a característica deste debate que mais me chamou a atenção, foi sem dúvidas os produtores da revista de surf, sendo o responsável e dono da revista, estudante que está prestes a se formar da Famecos. Suas criativas idéias, trabalhando em um nicho do qual a RBS não consegue captar, gera muitos fâs do seu trabalho. Conseguindo reunir também patrocinadores que o grupo RBS nunca conseguiu que é a Mormaii, marca famosa de surf.  Estas iniciativas que atropelam espaços o KZUCA da Zero Hora, realmente me deixam extremamente entusiasmado na criação de meio deste tipo. Mostrando as outras faces do jornalismo. Enfím foi uma brilhante aula enriquecedora que estabeleceu importantes fatos dentro do nosso mundo atual.

VOLTAIRE SANTOS

Programa de Rádio, Plantão da Manhã(Aula do dia 05 de junho)

junho 5, 2008

 

 

Após diversas reuniões com as editorias, hoje por volta das 8:30 entrou no ar o programa de rádio Plantão da Manhã, em edição especial para o Laboratório de Jornalismo, transmitido pela RádioFam.

Nosso grupo foi o primeiro a apresentar, realmente os resultados foram ótimos. Tivemos alguns problemas cm a trilha, porém os repórteres desempenharam suas funções com muito sucesso.

Realmente um fator determinante foi a experiência nossa, pelo fato de já participarmos e ter um programa pela RadioFam. Nossas editorias foram Polícia (Ian) e Esporte (Voltaire). Ian, com sua voz marcante, desempenhou muito bem suas notícias, dando um toque de seriedade que é muito necessário para um repórter policial. Já no esporte, Voltaire não apenas deu as notícias, como também as comentou, junto com o colega Maurício Tomedi, que antes do início do programa se mostrava bastante empolgado com a oportunidade de falar na rádio, talvez devido ao fato de ter falado no nosso programa, o Fato Consumado.

O programa foi comandado pelos âncoras Fernando Lopes e Helena Gertz, e ainda contou com a participação dos colegas Marja Camargo, Ramiro Neves, Allan Kuwer, Matheus Strelow, Teófilo Menezes e o do professor Pellanda, que ficou observando bem de cantinho.

Porém, o mais gratificante, além de ganhar experiência, foi receber os elogios do professor Fabian. Isto faz com que nossa auto-estima se eleve, fazendo com que o sonho de ser um radialista esportivo ou policias torne-se mais próximo da realidade.

Agora, vamos para o módulo TV, confesso que estou ancioso e espero resultados ainda melhores.

A importância da rádio na nossa vida (Aula do dia 29 de maio

maio 29, 2008

 

 

Após o debate sobre a evolução do rádio e dos capítulos lidos a respeito do assunto, sendo explicado de forma brilhante pelos professores Fábian e Pellanda, podemos constatar a importância e as inovações no rádio. A lição que eu conseguir tirar com o conteúdo trabalhado de forma teórica foi que o rádio vai continuar sempre existindo na era da internet e até depois dela. Obviamente será aperfeiçoado pelas atuais tecnologias e as futuras, porém nunca deixará de ser o que é. A necessidade de informações em tempo real, podendo ser recebida de qualquer lugar, como o celular fazendo com que as pessoas não precisem paralisar suas atividades, não será superada tão cedo. O rádio possui uma grande capacidade de envolver as pessoas, através da sua profundidade emocional em certos casos, ou com o tom impactante, devido sua transmissão. Podemos perceber pela quantidade de pessoas na sociedade atual que ouvem rádio de forma portátil, que este meio sofreu grandes mudanças, mas jamais perdeu sua credibilidade. O rádio com seus conteúdos passados de forma única consegue fixar mais as informações e suas ideologias do que um livro. Após muitos conceitos e histórias magníficas, me senti muito orgulhoso por fazer parte da RádioFam, onde transmito notícias regionais que possuem maior destaque na imprensa gaúcha, que contribuem muito para meu irmão Pierre que mora em Brasília e que se atualiza com seu estado através do meu programa Fato Consumado. Além de muitos amigos e familiares ouvirem no interior do estado, ou seja sou um exemplo vivo da importância da rádio e me sinto muito feliz por isso.  Após a aula que foi transmitida para o  mundo inteiro pela cyberfam, sendo que eu até filmei um pouco os professores, nos mostrou como a tecnologia pode ser nossa aliada no jornalismo. Depois gravamos uma chamada no saguão da Famecos, desempenhando o papel de repórter e ouvimos dentro da aula. Logo fomos para a prática da rádio, e formou-se 4 grupos para a realização de um programa com caráter extremamente jornalístico sem entretenimento. E agora é esperar para ver no que vai dar, espero poder desempenhar bem minha função, já que possuo alguma experiência na rádio da Famecos.

 

 VOLTAIRE SANTOS

Radiojornalismo

maio 27, 2008

 

 

 

 

 

Uma fase acaba e outra começa. Falando assim até parece que estamos falando de algo épico, mas me refiro á nossa última aula de Laboratório de Jornalismo.

Enfim, terminamos a diagramação da revista, com cada diretoria revisando os textos de sua seção e dando os últimos retoques antes de enviar. Isso tudo durou um período, e depois do intervalo, tivemos uma apresentação sobre Radiojornalismo, em que Pellanda e Fabian despejaram todo (ou parte do) o seu conhecimento sobre o Rádio. Toda sua história, desde sua invenção até os dias de hoje.

 

Agora é só esperar para ver o resultado( Aula do dia 15 de maio)

maio 15, 2008

Após o período de reportagens realizado com muito sucesso e competência, a entrega das matérias e reportagens e a loucura na redação do Labjor para a diagramação do jornal. Foi finalizada todo o processo de formação do jornal, e agora é só esperar para ver o resultado. Hoje foi feito os últimos ajustes nas editorias, no qual a minha editoria não precisou e foi a primeira a terminar toda a montagem, juntamente com as organizações. Na revisão feita hoje , constatamos que não havia erros, e vimos que todo o trabalho valeu a pena.
A editoria de esportes está de parabéns, realizou as propostas com muito sucesso, conseguindo reportagens exclusivas com atletas muito importantes e de grande destaque nacional, como o meia Alex, o atacante Nilmar e Valter, o lateral Marcão, os goleiros Renan e Agenor, todos do Internacional. Claro que nem todas as entrevistas serão publicadas devido o espaço, proposto pelos editores-professores chefes da redação do Labjor. Realmente foi uma experiência brilhante, que alimentou ainda mais o meu sonho de ser um grande jornalista esportivo. Após aventuras para conseguir as entrevistas, conseguindo no dia das reportagens do Beira Rio, exclusividade com jogadores que nem a RBS, BANDERANTES E RECORD conseguiram. Realmente estou muito orgulhoso e só tenho a agradecer aos professores por esta aprendizagem maravilhosa. Com certeza agora estou pronto para desempenhar as funções aqui trabalhadas e muito feliz com tudo isso. Resta a nós agora, apenas esperar para ver o nosso jornal impresso, a anciedade toma conta.

VOLTAIRE SANTOS

Diagramações de jornal – Aula do dia 8/5

maio 8, 2008

Na aula de hoje, os alunos se ocuparam com a diagramação de suas respectivas diretorias, usando o programa Adobe iDesign. A minha é a de Cultura, enquanto a do meu faixa Voltaire é a de Esportes. Enquanto escrevo, a maioria dos estudantes está finalizando as suas respectivas partes.

Para mim, foi a primeira experiência com diagramação de materiais impressos e mal espero para ver a impressão final, com o meu nome ali. Confesso que não tive tantas dificuldades, já que o trabalho (pelo menos dessa vez) consistiu mais em copiar e colar o texto que já estava pronto. Porém, é de partir o coração ter que cortar fora grande parte daquele seu texto que parecia estar tão bom. Mas, fazer o quê, são ossos do ofício e imagino que terei que fazer a mesma coisa se, ou melhor, quando  (sejamos otimistas) for trabalhar em uma redação de verdade.

Ian Linck

Entrega das matérias para o Labjor.(Aula do dia 24 de abril)

abril 30, 2008

 

 Alex o destaque da equipe colorada

 

Por volta das 14:00 do dia 22 de abril de 2008, eu e mais dois colegas(Ivan e Valesa), já estávamos no Beira-Rio com a câmera digital, caderno de anotações e gravador. Correndo atrás da reportagem. Chegando lá nos direcionamos para assessoria de emprensa do clube, buscando o assessor de emprensa Alexandre Correia, chegando na assessoria Alexandre Correia não estava presente, porém o outro assessor de emprensa Aleco Mendes estava lá e nos recebeu muito bem, liberando nossa entrada onde apenas veículos da emprensa podem entrar. Após entrada no estacionamento dos jogadores, localizado em frente a entrada dos vestiários, ficamos ali esperando por algum tempo e para nossa sorte após uns 10 minutos, o meia Alex craque e artilheiro do Inter na temporada 2008, chega com seu automóvel colocando-o bem onde estávamos. Contrariando a orientação da acessoria de emprensa no qual só poderia realizar entrevista após o treino e não antes. Fui direto entrevistar Alex quando ele estava saindo do carro, e quem diria na primeira reportagem estudante do primeiro semestre conseguimos uma entrevista exclusiva com o meia Alex. E lá fomos nós Valesa com o gravador, Iván batendo as fotos e eu entrevistando-o anotando tudo.  Na entrevista exclusiva o meia falou sobre o futuro do Inter no brasileirão e quais são as perspectivas do time: “O brasileirão é muito difícil. Existem pelo menos dez times muito bem estruturados que estão treinando muito, mas o Inter tem que atuar sempre como o favorito”. Questionado sobre o real objetivo da direção sobre o brasileirão, o meia se mostrou convicto e com os pés no chão: “Sempre buscamos o título. Porém, no meio do campeonato, às vezes, acabamos perdendo jogadores importantes, e, se o time não tem mais chances de disputar a liderança, vamos em busca da Libertadores a qualquer custo”. Quando Alex citou que no meio do campeonato o Inter acaba perdendo jogadores, eu tive a impressão dele estar se colocando entre esses jogadores que vão para a Europa, pelas feições que o meia fez e o timbre que sua voz estava neste trecho, talvez seja só impressão mas foi quase uma convicção. Essa questão um futuro próximo nos responderá.

 

VOLTAIRE SANTOS

O fim dos jornais impressos? (Aula do dia 17 de abril)

abril 18, 2008

Será o fim dos jornais impressos?

Uma pesquisa realizada em março deste ano pelo Poynter Institute, escola de jornalismo situada na Flórida, nos Estados Unidos, descobriu que os leitores on-line lêem 77% do que escolhem para ler, enquanto usuários de jornais impressos lêem em média 62% do conteúdo. Será o fim dos jornais impressos?
O que pode – e deve – explicar o crescimento abrupto do jornal on-line frente ao impresso é a questão da rapidez dos fatos. É evidente que há outros fatores secundários, como a comodidade, o conforto, e o entretenimento. O rádio e a tv também são meios de comunicação onde as notícias chegam com certa exclusividade ao receptor. O que faz então o ouvinte ou telespectador se transformarem em internautas?
Os jornais impressos são ultrapassados, divulgam notícias velhas, tem leitura cansativa e sujam as mãos. Os jornais on-line são mais atraentes, interativos, tem maiores conteúdos, são infinitos (graças a usabilidade dos links). Além disso, a grande maioria das agências de notícias on-line já tem rádios disponíveis (a CBN recentemente começou a filmar programas em seu estúdio e divulgar em seu site) e tv. A convergência das mídias na internet é mola-mestra para explicar a escolha de uma pessoa quando esta quer ser informada.
Além disso, também há a questão publicitária. Sem anúncio, os jornais impressos podem realmente acabar. Nos Estados Unidos o valor dos anúncios on-line cresceram 70%, enquanto nos demais meios foi registrada uma queda significativa. E para dificultar a vida do impresso, o fluxo de leitores em direção ao on-line só vem aumentando. O site do jornal italiano La Repubblica recebeu em agosto do ano passado um milhão de leitores por dia, o dobro do jornal impresso.
Em contrapartida, o que parece favorecer o jornal impresso em relação ao on-line é a questão da qualidade da informação. Primeiro, por questões de hábito, pois ainda há barreiras entre os jornalistas mais antigos, que relutam e preferem o impresso ao on-line. E segundo, porque a geração que faz o jornalismo on-line é formada em sua maioria por jovens iniciantes na profissão.
Por ser um meio de fácil acesso e praticidade, a internet consegue seduzir os próprios leitores para começarem a escrever. Tanto é que surgiram os blogs, de caráter opinativo, e que em sua maioria é utilizado por jornalistas como se fosse uma coluna de jornal virtual. Os blogs causaram um grande impacto na maneira de como a notícia é comentada e divulgada.
Em paralelo ao aparecimento dos blogs, surgiu algo que se denominou chamar de jornalismo colaborativo. O exemplo mais claro é o site coreano “Oh My News” (www.ohmynews.com), que se tornou uma bem sucedida experiência até o momento. Este site agrega diferentes notícias escritas por qualquer pessoa, que tem seus textos avaliados por jornalistas, que editam e colocam o texto disponível na rede.
Então, entra em campo uma questão fundamental que fere os princípios básicos do jornalismo. A veracidade dos fatos. Será que tudo o que é escrito e enviado é de uma fonte segura? É confiável divulgar notícias redigidas por um estranho? Até que ponto a colaboração é bem-vista aos olhos dos jornalistas?
Tamanha é a dificuldade para prevermos o que pode acontecer, que as estimativas se perdem quando falamos em jornalismo on-line (e todo o conteúdo da internet). Vemos um buraco negro a nossa frente, com um feixe de luz ao fundo. O próprio conceito de internet ainda é algo sensível e volátil. A internet é um meio de comunicação de fato, ou simplesmente um facilitador dos demais meios? Essa é uma questão que toda essa nova geração ainda terá que descobrir.
O que podemos concluir é que a internet revolucionou e provocou profundas mudanças na sociedade. Há um público exigente e grande que deseja ser informado e que de fato está preferindo os jornais on-line em detrimento do impresso. Mas, a extinção ou continuidade deste é uma questão ainda em aberto.
Este  texto exemplifica bem o que debatemos na aula de 16 de abril de 2008. Tendo em mãos um trecho do livro ‘A Arte de Fazer Um Jornal Diário”, de Ricardo Noblat(foto), começou a discussão. Com a colaboração profunda dos colegas, obtemos um interessante debate sobre o assunto. Alguns dos temas discutidos foram o fim(ou não) do jornal impresso e a morte de Tim Lopes. Este último tema, aliás, pretendemos abordar separadamente em breve.
Porém, voltando ao texto acima, vimos que o autor sugere uma série de mudanças para que a crise dos jornais não se agrave ainda mais. Concordamos com a maioria das indicações do texto, porém vimos que a revolução não é tão simples assim.
Cremos que a mudança virá com os jovens que estão sendo inseridos no mercado de trabalho, pois estes vêm com conteúdos e mentalidades novas, o que com certeza iria contribuir para uma futura inovação dentro das salas de redação. Porém, não se pode esperar que, com a chegada de jovens jornalistas, as coisas mudem instantaneamente. Esse grupo de pessoas (no qual nos incluiremos dentro de cerca de três anos e meio), não terão, a princípio, total liberdade de ação dentro dos jornais. Sempre haverá veteranos que conquistaram seu espaço a mais tempo, e portanto, a voz da experiência contará mais. E nem poderia ser diferente. Porém, cabe aos ‘focas’ saberem conquistar seu espaço no mercado e, pouco a pouco, irem mudando o jeito de se fazer as coisas no meio jornalístico. 
Um sopro de juventude sempre será bem-vindo, porém não em demasia. Um jornal precisa de pessoas com experiência para passá-la aos que chegam, para que eles façam o mesmo no futuro. Nos resta torcer para que os que virão tenham idéias boas. Que não apenas se adaptem ao sistema, mas sim tentem mudá-lo para melhor.
 Acreditamos no jornalismo e sabemos que com muita luta podemos reverter esta crise e fazer com que o jornal impresso seja um sucesso.  Claro que devemos entrar no contexto da realidade e nos adaptar aos novos tempos. Não há como o jornal impresso competir com a internet, que desfruta de video, notícia e voz ao mesmo tempo. Se o jornal tiver de acabar, acabará. Mas enquanto ele durar, vamos dar o máximo para que o seu conteúdo siga servindo o público com material de qualidade, para não deixar que a tecnologia com seu lado positivo e negativo destrua o maior símbolo do jornalismo.
VOLTAIRE SANTOS E IAN LINCK
PS: Desculpem pela falta de separação de parágrafos no post, por algum motivo desconhecido não dá pra editar direito. Fica feio assim, mas melhor do que nada.

1º Post – O começo de tudo (Aula do dia 3 de abril)

abril 3, 2008


Primeiro dia, primeiro post. É dificil bolar algo interessante pra escrever, mas vamos tentar. Bom, a função deste blog é a relatar o conteúdo das aulas da cadeira de Laboratório de Jornalismo.

As mentes brilhantes por trás disso tudo chamam-se Ian Linck e Voltaire Santos. Com o tempo vocês irão nos conhecer melhor.

Mas enfim, vamos falar da aula de hoje. Nesta manhã fria, debatemos de forma ampla e profunda a respeito da Cultura Digital. Logo foi proposto pelos alunos se os excessos de informação podem ser considerados benéficos ou não, dentro da sociedade. Vimos que a maioria dos alunos chegou a conclusão que, já acostumados e vivenciados nesse meio tecnológico, o grande número de informações é bem aceito pela população que usa a internet.

Outras questões foram levantadas. Será que toda essa tecnologia pode viciar ou sedentarizar o usuário? Será que costumes e virtudes como a simplicidade de antigamente podem realmente perder espaço de vez por esta bomba virtual? Segundo colegas, a vida nesse meio moderno não chega a atrapalhar, contribuindo para seu entretenimento e felicidade.

Outra aluna perguntou se os pais estão começando a dar menos atenção aos filhos, deixando que a televisão e a internet os ‘criem’? Porém, acreditamos que a boa ou má criação não deve submeter-se á estas influencias digitais. A chave da questão está na educação como meio colaborador de condutas honestas e influenciáveis.

Há muitas outras questões que esse debate ainda irá render, mas aprofundaremo-nos outra hora.

Bom retramos até aqui as opiniões dos alunos, sobre o tema desenvolvido pelos professores. Iremos agora mostrar a nossa opinião.

O acúmulo de informações, a facilidade que a internet possui para realizações de ações cotidianas, em nossa concepção está deixando as pessoas de um modo geral com um grande índice de sedentarismo. O que antes parecia simples, porém que fazia muita diferença para nossa saúde devido alguns exercícos diários, como o passeio de bicicleta ou a prática de esportes nas ruas ou em parques, com o profundo avanço tecnológico estes fatos acabaram por não serem mais hábitos, sendo substituidos por jogos onlline e até mesmo amizades que fazem parte apenas da rede, criando uma geração em que a saúde não é o mais importante, aumentando o número de obesidade infantil em grande escala nacional e até mesmo mundial. Até atividades simples como alugar um dvd, para assistir mais tarde no seu lar, vem perdendo espaço para o meio digital, assim como citou nosso professor Fabian “Que não sai de sua casa para alugar um filme, pois pode desfrutar desse meio dentro de sua prórpia casa.” Claro que a violência também surge como um grande fator, que inibe a saída dos jovens para a realização de exerícios, colocando como preferência dos pais em deixar seus filhos acessando este mundo o dia inteiro, alegando estarem mais seguros em casa. O que esses pais não sabem, é que a internet não é um meio tão seguro, ficamos sujeitos a qualquer coisa, seja ela em nosso benefício ou não, a partir do momento que nos conectamos à ela. É importante que os pais tenham conhecimento sobre as fontes que seus filhos têm acesso, assim podem ter mais tranquilidade e ver que a tecnologia também possui suas vantagens.